28 de Maio de 2009

sob as arcadas finas da noite
despida de violinos e violoncelos
cerro lentamente os olhos
e deito-me na breve aragem fria
que navega do norte.

um leito de silêncio onde
as memórias se reconstruam.

6 comentários:

Lídia Borges disse...

"Um leito de silêncio, onde as memórias se reconstruam"
E que falta fazem, por vezes, as memórias reconstruídas...

L.B.

hfm disse...

"um leito de silêncio onde
as memórias se reconstruam. " e fico-me pelo silêncio.

~pi disse...

e me contem as minhas

histórias

com outros finais.





~

Licínia Quitério disse...

Os teus lugares do silêncio são perfeitos. Dolorosos, mas perfeitos.

Um beijo, Maria M.

Graça Pires disse...

O silêncio habitado pelas memórias...
Um beijo Maria M.

heretico disse...

talvez dedilhando as cordas do violoncelo as memórias revivam...

belo poema.

beijos