atravessamos as horas nas páginas abertas
como terra arável em mãos concretas.
da sombra a luz na ordem das ideias,
no instinto das águas, das pedras,
nas nascentes primeiras. metamorfoses
em inteira solidão. da nossa voz,
a madrugada do dia por vir.
6 comentários:
Todas as madrugadas nas tuas palavras.
a excelência metamorfoseada em poema breve
.
um beijo
como um diamante laminado...
muito belo.
beijos
"atravessamos as horas nas páginas abertas como terra arável em mãos concretas." Um começo muito belo a indicar-nos que o poema é para reflectir.
Um beijo, Maria Manuel.
Da solidão à esperança, todo um caminho nas tuas palavras férteis.
Beijo, Maria Manuel.
Atravessamos as horas
sempre na esperança
de vir um novo dia!
Beijoca
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