12 de Novembro de 2011

O vento jorra na madrugada
sílabas prementes. de espanto
...
inscreve seu nome na pele
dos homens insuspeitos, na boca
...
breve de palavras suspensas
na espuma. deriva do vento
...
no fluxo ontológico da vida
nos lugares da luz primeira.
...

8 comentários:

Mar Arável disse...

É preciso agitar o vento

Licínia Quitério disse...

fluxo ontológico que emana da tua profunda e bela poesia.

© Piedade Araújo Sol disse...

que o vento faça sempre o seu "trabalho"

um beij

Teresa Durães disse...

olá!
Tenho um convite no meu blog!

~pi disse...

berço primeiro

dia inicial

e

limpo

( tranquilamente







~

heretico disse...

de uma força telúrica. o vento que se agita no poema...

belissimo.

beijos

Vieira Calado disse...

Quem sabe o que é a poesia mais moderna

escreve assim!

Bjsss

Ana disse...

Há tanto tempo sem pode vir beber as palavras ...
Vim matar a sede !
Saudades e um beijo grande, Maria Manuel.