2 de julho de 2007

LEITURAS # 8

hoje abri novamente a janela onde sempre me debruço e escrevi: aqui está a imobilidade aquática do meu país, o oceânico abismo com cheiro a cidades por sonhar: invade-me a vontade de permanecer aqui, para sempre, à janela, ou partir com as marés e jamais voltar…
Al Berto, À procura do Vento num Jardim d’Agosto,
1974/75

2 comentários:

alex disse...

muito bonita esta citação do al berto. às vezes apetece...

maria m. disse...

às vezes sim...